Pedro Inácio Rodrigues: a Força para Lutar

Aos 67 anos, Pedro Inácio Rodrigues sempre teve uma rotina de trabalho pesado – da lanchonete à obra – e uma vida social intensa. Como muitos homens, ele achava que não tinha tempo para se cuidar. Essa mentalidade, infelizmente, o levou a ignorar um alerta crucial e enfrentar um diagnóstico de câncer de próstata. Mas, no momento mais desafiador, Pedro descobriu que a força para lutar estava em dois lugares: na sua fé inabalável e na coragem de participar de um estudo clínico.

Nascido em 1957, sempre soube o que é trabalho duro, atuando na construção civil e no comércio. O ritmo intenso consumia seu tempo, e o check-up anual nunca parecia uma prioridade. O resultado veio à tona: um exame acusou um nódulo, mas a correria da obra fez com que ele "não tivesse tempo para procurar médico", adiando a urgência.

O corpo, no entanto, não esperou. Entre 2020 e 2021, a situação se tornou crítica, com uma necessidade frequente de ir ao banheiro e dificuldade de micção. O ponto de virada foi no Natal de 2021, quando ele não conseguiu urinar e precisou recorrer ao uso de sonda, uma experiência que o fez ver a gravidade do seu caso.

Procurando o especialista, Pedro recebeu a notícia da necessidade de uma biópsia urgente que revelou a gravidade de seu diagnóstico. Diante do choque, sua atitude foi um testemunho de resiliência. A fé foi seu primeiro alicerce. "Agora só na mão de Deus, e na de vocês [Instituto Américas] também," ele compartilhou com a equipe.

Essa confiança o guiou a aceitar uma oportunidade vital: a participação em um estudo clínico no Instituto Américas, para onde foi encaminhado.

Graças ao protocolo e ao acompanhamento rigoroso — "o pessoal me liga sempre, tenho consultas, faço tomografias" — Pedro se sente "seguro e muito bem cuidado". Hoje, ele celebra o resultado: "Eu tô bem, tô 100% bom, graças a Deus!"

Enfrentar a doença não foi solitário. Pedro se emocionou ao falar da união da família – de sua filha que o acompanhou na notícia, aos irmãos e sobrinhos que deram apoio incondicional, inclusive uma irmã enfermeira que montou uma estrutura de cuidado em casa. O afeto familiar foi seu segundo tratamento.
Além disso, há um orgulho palpável em sua voz ao falar sobre o estudo: sua participação é um ato de generosidade que transcende a cura pessoal. "Eu me sinto orgulhoso de saber que estou contribuindo para que outros tenham um tratamento melhor no futuro," diz ele, reforçando que essa é a força que o impulsiona a seguir.

A experiência transformou Pedro, tornando-o uma pessoa melhor, mais atenta ao próximo e mais disciplinada com sua saúde. Com a sabedoria de quem venceu a batalha, ele deixa um recado urgente e direto aos homens:
"Nunca deixe para amanhã. Se sentir qualquer sintoma, se sentir muita vontade de ir ao banheiro... procure um especialista. A vida não tem tanta oportunidade. Nem todos têm a oportunidade que eu tive de participar do estudo. Procure o especialista, porque o especialista é quem sabe como é que anda a coisa com a gente."

A história de Pedro Inácio Rodrigues é um lembrete poderoso de que a coragem de buscar ajuda e a fé são os primeiros passos para garantir a saúde e a longevidade.


José Maria Nascimento Santana: fé, força e o valor de seguir em frente

José Maria Nascimento Santana é a personificação da resiliência. Sua vida era simples e feliz, pautada pela família e pelo lazer, especialmente as "peladas" de fim de semana com os amigos. No entanto, o tempo e a idade trouxeram uma surpresa. Um diagnóstico de câncer de próstata tentou tirar a alegria de campo, mas apenas o fez descobrir uma força interior ainda maior.

José Maria sempre valorizou o simples. Aos 60 anos, o lazer preferido eram os fins de semana com a família e, claro, o futebol. "Todo fim de semana tinha a pelada com os amigos e, depois, aquele momento de descontração. Era o que eu mais gostava", lembra ele. Com o tempo, a idade o afastou um pouco dos gramados, mas a vida seguia tranquila. O corpo, porém, deu o alarme. Um sinal diferente — uma pinta escura — chamou sua atenção.

A ida ao médico e os exames trouxeram o diagnóstico de câncer de próstata. A preocupação inicial era inevitável. "Na hora, a gente fica preocupado, claro," ele admite. Mas a fé foi o seu alicerce. "Deus é tão bom que colocou o Instituto Américas na minha vida. Desde então, tudo vem dando certo", afirma.

José Maria foi prontamente indicado a participar de uma pesquisa clínica, onde o acompanhamento é constante. "O pessoal me liga sempre, tenho consultas, faço tomografias e outros exames. Me sinto seguro e muito bem cuidado", diz.

Além da disciplina no tratamento, o apoio incondicional da família foi essencial. Casado há mais de 30 anos, José Maria se emociona ao falar da esposa e da filha, e especialmente do seu neto de apenas 3 anos. Ele é, literalmente, o seu "melhor remédio".

“Ele mudou minha vida. Criança anima a gente, alegra o coração. Brincar com ele me faz esquecer da doença”, afirma com um sorriso que irradia esperança.

Para José Maria, seguir o protocolo e manter a força vai além da cura pessoal. Participar da pesquisa é um ato de generosidade. "Me sinto orgulhoso de saber que estou contribuindo para que outros tenham um tratamento melhor no futuro. Isso dá força pra continuar.”.

Hoje, ele vive com disciplina e esperança, valorizando cada instante. "Aprendi a cuidar mais de mim, a não esquecer o remédio, a respeitar os horários e a valorizar o que realmente importa.”

Seu conselho, pautado na experiência, é um incentivo à vida:
“Homens, não tenham medo. Se cuidem, façam seus exames e sigam o tratamento direitinho. O segredo é manter a fé, a rotina e a alegria. Não desistam da vida.”


Alexandre Alves Barcellos: Mantendo a Sua Essência

Aos 57 anos, o músico e amante do futebol Alexandre Alves Barcellos teve sua vida vibrante atingida por um diagnóstico sério, mas ele transformou o medo em coragem e a ignorância em confiança na ciência.

A vida de Alexandre sempre foi de ritmo intenso entre trabalho e lazer. Antes do diagnóstico de câncer de próstata, ele mantinha uma rotina ativa, repleta de compromissos sociais, a paixão pelo futebol (que só diminuiu um pouco com a idade) e, principalmente, a música. "Minha vida sempre foi de muito trabalho, mas também gostava de momentos com amigos, baladas e festas," conta. "A música é 100% da minha vida, faz parte do meu dia a dia e do meu sustento," ele explica, garantindo que a carreira em festas e eventos segue firme.

Apesar do estilo de vida ativo, Alexandre enfrentou o obstáculo comum a muitos homens: o medo de se prevenir. "Tinha medo do médico, ansiedade… sempre pensava ‘e se der alguma coisa?’," confessa. Esse receio o impediu de realizar os exames no tempo correto.

O alerta veio de forma sutil, mas inconfundível. Após procurar um médico, os exames de sangue confirmaram a doença. "Foi um choque, mas eu já tinha a sensação de que algo estava errado. Não tinha muito conhecimento sobre o PSA e sobre o câncer de próstata, então foi um misto de surpresa e ignorância," relata. Foi a partir desse choque que nasceu a atitude.

Diante do diagnóstico, Alexandre tomou uma decisão crucial. Indicado pelo urologista, ele aceitou participar de uma pesquisa clínica. Para ele, a escolha não foi apenas sobre o tratamento, mas sobre o futuro: “Para mim, esse estudo significa a possibilidade de uma vida longa e saudável. Aceitei participar com confiança,” afirma.

A experiência tem sido transformadora, e ele descreve o estudo como um cuidado completo: "Me sinto muito bem assistido, tanto na parte médica quanto no suporte geral. O atendimento é de qualidade, os exames são bem agendados, e temos suporte médico 24 horas via telemedicina."

A rede de apoio também foi essencial. A esposa de Alexandre ofereceu suporte total, e amigos e irmãos souberam da situação e não desviaram do desafio. Além disso, sua atitude positiva é um grande alicerce de sua jornada. Em vez de lamentar, ele escolheu a positividade. "Procuro passar positividade e normalidade, e isso ajuda todos ao meu redor a lidarem melhor com a notícia," diz.

Essa mentalidade redefiniu sua relação com a saúde. Hoje, a rotina de cuidados é rigorosa — alimentação equilibrada, restrição de álcool e atenção inegociável aos medicamentos. "A única mudança real é na cabeça: sei que tenho uma situação que exige cuidado," explica. "Sou responsável com meus remédios e exames, e isso faz toda a diferença na minha qualidade de vida." Manter a alegria, o trabalho e o lazer provam que a vida segue, e isso é muito importante."

Alexandre tem um recado direto para os homens que ainda hesitam: "Façam seus exames regularmente, não deixem o medo dominar. É melhor se antecipar a um problema do que enfrentá-lo depois."

Sua história é um exemplo vivo de que é possível conviver com um diagnóstico oncológico sem perder a alegria e a produtividade. Nesta campanha de Novembro Azul, a mensagem de Alexandre é um legado: o cuidado com a saúde é um ato de amor-próprio, responsabilidade e, acima de tudo, coragem.


Novembro Azul: A coragem de Luiz Fernando e o poder do autocuidado

Em meio às estatísticas que alertam sobre o câncer de próstata, a história de Luiz Fernando de Freitas Bastos, de 57 anos, surge como um inspirador exemplo de coragem, superação e consciência. Ele compartilhou sua trajetória com o Instituto América como parte da campanha Novembro Azul, que busca conscientizar os homens sobre a importância do autocuidado e da prevenção.

Luiz Fernando levava uma vida tranquila: saía com amigos, jogava futebol e bebia socialmente. Contudo, mesmo com uma vida sem grandes exageros, ele negligenciava a própria saúde. “Nunca fui muito de cuidar da saúde. Não fazia exames, não tinha esse costume”, conta.

Mas, como a vida tem suas surpresas, tudo mudou após um grande susto. Um infarto levou Luiz Fernando ao consultório do cardiologista, que, com sua experiência, notou que a situação se estendia além do coração.

“Ele disse: ‘Vamos investigar a próstata também’. E foi aí que veio o diagnóstico”, relembra Luiz Fernando. O impacto da notícia foi grande, mas ele manteve a serenidade. “Sou tranquilo. Não deixei o medo tomar conta.”

Após o diagnóstico, a força veio, principalmente, da família. “Minha irmã e minha mãe me ajudam muito. Meus filhos também me apoiaram. Esse suporte foi essencial para eu não cair em desespero.”

Além disso, a relação com os familiares se fortaleceu ainda mais durante esse processo. “A gente passou a valorizar mais o dia a dia, a convivência. Minha irmã está sempre comigo, cuidando da nossa mãe, que já é idosa. Estamos sempre juntos.”

Foi então que, por indicação do Dr. Humberto Cottas, Luiz Fernando conheceu a pesquisa clínica conduzida pelo Instituto Américas. “Me senti seguro desde o início. Minha família me apoiou e eu decidi participar”, relembra.

O tratamento, segundo ele, tem sido transformador. “Me ajuda muito. Sou muito grato a todos do Instituto. Eles fazem por mim o que muita gente não faria.”

Participar da pesquisa trouxe um novo significado à sua jornada. “Saber que estou ajudando outros homens a não caírem na mesma armadilha que eu caí é gratificante. É importante ter coragem, fé e buscar ajuda.”

Luiz Fernando deixa um recado direto para quem ainda hesita em cuidar da saúde: “Não tenha medo. Tenha coragem. Faça os exames. Se cuide. Com apoio e fé, tudo dá certo.”

Sua história é um lembrete poderoso de que o autocuidado é um ato de amor por si mesmo e por quem está ao nosso lado.

Neste Novembro Azul, que o exemplo de Luiz Fernando inspire mais homens a olharem para sua saúde com atenção, responsabilidade e esperança.